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domingo, 10 de março de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Posso te dar um poema?
Posso te dar um poema?
O último que havia escrito
Ficou aqui comigo
Este eu quero te ofertar
Posso te dar um poema
Colocando bons abraços
De amante, de amigo
Todos que queira ganhar?
Posso te dar um poema?
Ponho nele alegria
Ponho beleza e leveza
Tudo em forma de poesia
E eu te darei um poema
Falando por cada beijo
Reafirmando em certeza
Que foi mais doce o meu dia
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Noir désir
O melhor remédio
Para o tédio
É o sono
O melhor sabor
Do remédio
Traz o sonho
O melhor lugar
Que não trouxe
Abandono
Veio ao repousar
E findar um dia
Tão tristonho
domingo, 20 de janeiro de 2013
Se eu partir sem nada levar
(...)
Se eu partir sem nada levar
Deixo um pouco de mim no mundo
Um pouco do mundo que há em mim
Se eu partir sem nada levar
Se eu partir sem nada levar...
Se eu partir sem nada levar
Deixo um pouco de mim no mundo
Um pouco do mundo que há em mim
Se eu partir sem nada levar
Se eu partir sem nada levar...
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Gotas
Chuva
Lágrimas
Discorro a mim as mágoas
Gotas doces
Do céu
Que me incitam
Que me molham
Que se mesclam
Às que vem de mim
E as disfarça
Lágrimas
Gotas salgadas
De mim
À percepção
De sua causa
A incerteza
Do que permanece
Aonde ir
Por que estar
Discorro a mim as mágoas
Águas
Tão sujeitas
Descem
As sinto
Ambas as espécies
Em meu paladar
À natureza viva
Ergo meu olhar
Nuvens também se entristecem
Sinto
Sinto tal vida em mim
E é por este soluço
Pulsante do céu
Que choro
Chove
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Poema do silêncio em mim

O mundo todo se agita
Gira a Terra sem parar
Resta a mim o meu silêncio
É a ele o meu pensar
Refúgio no qual reflito
Mar no qual permaneço
Nele fico ao fim da vida
Ele há desde o começo
Sintoma de solidão
A assolar este alguém
Sendo a fala que se cala
E a resposta que não vem
Silêncio, espaço de tempo
Rico em significados
Opção de quem medita
Condição dos sufocados
Silêncio de quem contempla
Silêncio do céu sem fim
Silêncio de Ingmar
Silêncio habitou em mim
domingo, 2 de maio de 2010
Flor bela
sábado, 1 de maio de 2010
Soneto da dedicação

Rosa branca que te dei
Flor tão pura da estação
Bolhas a ti dediquei
Sublime fabricação
No alto daquele monte
A gente se encontrou
Tua cantiga cantei
Teu olhar me cativou
Se nessa poltrona estamos
Se para a paisagem olhamos
Se o céu pede passagem
Estou ao teu lado assim
Pede um carinho pra mim
Fotografa a nova imagem
Soneto de amor caído

Teu corpo à minha frente
Teus lábios os mesmos são
Meu peito é brasa ardente
Dispara meu coração
Pareço o mesmo doente
De sua louca emoção
Lateja em minha mente
Desejo sem contentação
Outono, os frutos crescem
Com minha paixão parecem
Caem folhas pelo chão
Os canteiros entristecem
Marcas em mim padecem
Pegadas de uma paixão
sábado, 6 de março de 2010
O Sol e a Lua
Deixa-me, Lua!
Disse o Sol, quase a chorar
A Terra precisa de mim
Deixa-me iluminar!
Oh, astro Sol,
Começa a Lua a falar,
Os seres precisam da noite
Precisam do descansar
Querida Lua,
Podes então ficar
Permito que apareças
Mas amanhã vou voltar.
André- Junho de 2005
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Do Poder
Podes

Podes entender um mundo que não se entende
Podes alegrar quem não se alegra
Podes crescer em terra de anões
Podes enxergar em planeta de cegos
Podes ser calor no frio do inverno
Podes compreender o incompreensível
Podes ouvir o que não ouvem
Podes mergulhar onde peixes não há
Podes falar quando todos se calam
Podes ganhar o que nunca se vende
Podes elevar-se onde há gravidade
Podes saltar onde nunca saltou
Podes falar com árvores e rochas
Podes sentir a aurora no ar
Podes prever esse canto da tarde
Podes ouvi-lo e com ele cantar
sábado, 9 de janeiro de 2010
Deve ser
Deve ser o limiar de um novo ano que nos faz assim:Pensativos, intimistas, saudosistas;
Deve ser a distância que nos faz assim:
ansiosos, carentes, esperançosos;
Devem ser as possibilidades que nos fazem assim:
indecisos, temerosos, precavidos;
Deve ser a ousadia que nos faz assim:
sonhadores, atirados, idealistas;
Devem ser os gestos que nos fazem assim:
confiantes, amparados, entregues;
Deve ser a amplitude humana que nos faz assim:
diferentes, semelhantes, contraditórios...
Texto: André Medeiros
Modelo da imagem: Bjork (http://www.lastfm.com.br/music/björk/+images/848487)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Triste Abandono
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Faz

Faz a mim um acolhimento quando em terras novas cheguei
Dialoga comigo, como se me conhecesse de longa data
Demonstra a confiança de quem sente que nascerá amizade naquele terreno
E me acolhe de novo
Faz-me pensar como pude passar tanto tempo sem te conhecer
E me faz querer te conhecer mais e melhor
Constrói para mim um espaço belo
Tão belo e doce quanto o seu olhar
E me leva a pensar de novo
Faz notar que a nota da música é mais aconchegante na sensibilidade dos ouvidos que sabe ouvi-la
Faz entender que música nos toca em conjunto e fala a nós
Faz cantar o que sozinho não cantaria
...Não notaria
Faz notar de novo
Permite que eu veja que o amor independe de sexo e de orientações
Ver também que isso não importa muito; importa o amor
Faz crer na idéia mais doce que surge em nossas mentes
Faz ver de novo
Faz-me sentir a presença quando só me resta a solidão
Faz ter ouvidos fora de mim e mente pensando em conjunto os estímulos de pensamentos enviados
Faz-me saber que ouves o som de minhas falas ou os sinais de meus gestos
Faz-me sentir de novo
Faz-me acompanhado em excursões de alegria nos corredores dos leitos de dor
Faz eu planejar contigo estratégias de mágica ação
Faz dividir com outros a alegria que por horas me falta
Faz-me acompanhado de novo
Faz entender que é natural a contradição de escolhas e pensamentos
Possibilita ver as escolhas como modos de aventurar-se na vida
E perceber que a vida é um jogo de aventuras
E faz entender de novo
Faz-me o incentivo que falta aos planos de atitudes que vêm
Faz ter o desejo de repartir histórias mirabolantes
Faz ter o desejo de repartir com você
Incentiva-me de novo
Faz-me querer correr por entre árvores em noite de chuva
Leva-me a correr ao teu encontro somente para te ver entre sorrisos
Faz-me sorrir com o teu encontro e faz eu querer te encontrar
Faz-me querer de novo
E sentir-me compreendido na linguagem do olhar
E sentir que compreendo a mensagem que teus olhos transmitem
Na mansidão de uma pessoa de vida tão complicada quanto a de quem vos fala
E fala, te escuto
E sente de novo
Faz-me te ouvir mais vezes
Faz-me um amigo que pode estar contigo nas mais diferentes horas
Faz-se minha confidente e me torna um confidente teu
Faz por mim tudo isso de novo
Faz-me amar as situações que boas são e podem ser melhores
Faz-me escolher um incenso de aroma suave em dia de festa
Faz apreciar isso tudo e a gostar mais da vida
Faz-me dizer que amo: Te amo!
Faz-me amar de novo
Faz me imaginar perto de ti e sentir que tu estás perto
Faz me transformar com o decorrer dos dias
Faz-me sentir que somos importantes um ao outro
Faz me sentir mais perto ainda
E caminhar pelas ruas como “duas bactérias dando risada”
E mudar e ser outro melhor
E te conhecer e me conhecer um pouco mais
E caminhar de novo
E caminhar de novo...
Faz-me um bem danado!
Faz-se o meu bem em estações diversas
Faz-nos unidos em um início de telepatia democrática
Faz-me tão bem em uma nova vez...
Faz-me menino novo
Afago contagioso
Agraciado pelo prazer de ser amigo teu
Faz-me uma inspiração de tomar nota daquilo que é impossível escrever
E faz-me escrever a ti um singelo poema
Simplesmente faz, de modo suave
E me faz inspirar de novo
E me deixa sem vontade de terminar o que se acaba...
...Ou não se acaba!
Ou apenas muda e se transforma em novos rumos
Novos caminhos a percorrer
Horizontes diferentes, mas partes de um mesmo todo
Novos modos de fazer-nos presentes no outro, mas ao fim presentes igual
Companheiros, nem que seja nas lembranças e nas linhas de textos trocados
E na graça de ter teu espaço guardado em meu coração
E de ter teu nome grafado em letras douradas no meu livro da vida
Faz-me
Refaz-me
Cons tan te men te...
Dialoga comigo, como se me conhecesse de longa data
Demonstra a confiança de quem sente que nascerá amizade naquele terreno
E me acolhe de novo
Faz-me pensar como pude passar tanto tempo sem te conhecer
E me faz querer te conhecer mais e melhor
Constrói para mim um espaço belo
Tão belo e doce quanto o seu olhar
E me leva a pensar de novo
Faz notar que a nota da música é mais aconchegante na sensibilidade dos ouvidos que sabe ouvi-la
Faz entender que música nos toca em conjunto e fala a nós
Faz cantar o que sozinho não cantaria
...Não notaria
Faz notar de novo
Permite que eu veja que o amor independe de sexo e de orientações
Ver também que isso não importa muito; importa o amor
Faz crer na idéia mais doce que surge em nossas mentes
Faz ver de novo
Faz-me sentir a presença quando só me resta a solidão
Faz ter ouvidos fora de mim e mente pensando em conjunto os estímulos de pensamentos enviados
Faz-me saber que ouves o som de minhas falas ou os sinais de meus gestos
Faz-me sentir de novo
Faz-me acompanhado em excursões de alegria nos corredores dos leitos de dor
Faz eu planejar contigo estratégias de mágica ação
Faz dividir com outros a alegria que por horas me falta
Faz-me acompanhado de novo
Faz entender que é natural a contradição de escolhas e pensamentos
Possibilita ver as escolhas como modos de aventurar-se na vida
E perceber que a vida é um jogo de aventuras
E faz entender de novo
Faz-me o incentivo que falta aos planos de atitudes que vêm
Faz ter o desejo de repartir histórias mirabolantes
Faz ter o desejo de repartir com você
Incentiva-me de novo
Faz-me querer correr por entre árvores em noite de chuva
Leva-me a correr ao teu encontro somente para te ver entre sorrisos
Faz-me sorrir com o teu encontro e faz eu querer te encontrar
Faz-me querer de novo
E sentir-me compreendido na linguagem do olhar
E sentir que compreendo a mensagem que teus olhos transmitem
Na mansidão de uma pessoa de vida tão complicada quanto a de quem vos fala
E fala, te escuto
E sente de novo
Faz-me te ouvir mais vezes
Faz-me um amigo que pode estar contigo nas mais diferentes horas
Faz-se minha confidente e me torna um confidente teu
Faz por mim tudo isso de novo
Faz-me amar as situações que boas são e podem ser melhores
Faz-me escolher um incenso de aroma suave em dia de festa
Faz apreciar isso tudo e a gostar mais da vida
Faz-me dizer que amo: Te amo!
Faz-me amar de novo
Faz me imaginar perto de ti e sentir que tu estás perto
Faz me transformar com o decorrer dos dias
Faz-me sentir que somos importantes um ao outro
Faz me sentir mais perto ainda
E caminhar pelas ruas como “duas bactérias dando risada”
E mudar e ser outro melhor
E te conhecer e me conhecer um pouco mais
E caminhar de novo
E caminhar de novo...
Faz-me um bem danado!
Faz-se o meu bem em estações diversas
Faz-nos unidos em um início de telepatia democrática
Faz-me tão bem em uma nova vez...
Faz-me menino novo
Afago contagioso
Agraciado pelo prazer de ser amigo teu
Faz-me uma inspiração de tomar nota daquilo que é impossível escrever
E faz-me escrever a ti um singelo poema
Simplesmente faz, de modo suave
E me faz inspirar de novo
E me deixa sem vontade de terminar o que se acaba...
...Ou não se acaba!
Ou apenas muda e se transforma em novos rumos
Novos caminhos a percorrer
Horizontes diferentes, mas partes de um mesmo todo
Novos modos de fazer-nos presentes no outro, mas ao fim presentes igual
Companheiros, nem que seja nas lembranças e nas linhas de textos trocados
E na graça de ter teu espaço guardado em meu coração
E de ter teu nome grafado em letras douradas no meu livro da vida
Faz-me
Refaz-me
Cons tan te men te...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Ciana Luz

Ahh! Menina querida que nos permite livremente pensar o sonho
Incentivo para o sonho viver
Menina de pluma que divide com todos sua leveza de alma e sua simplicidade de olhar
Que por trás de livros da estante velha da biblioteca mostrou seu sorriso de flor e suas palavras de ouro
Gentil pessoa que ensina o significado do que chamamos partilha
Material, ideológica...
Lógica e natural sublimação
Amor pela vida e pelo seu conteúdo
Quem ainda admira o nascer e o pôr do sol?
E sabe apreciar com tanto sentimento o toque de uma flauta...
As batidas na corda de um violão?
Menina de cores vivas, como sua própria existência
Mistura das luzes azul e verde
Acrescida de um toque de vida de mulher
E de tantas qualidades e belezas
Mulher-menina de pensamento próprio
De coração especial
.
Pessoa-luz de plenitude ao falar
Luz de cor, veio ao mundo iluminar
Luz ciana, podemos a ti cantar
Ciana luz, quisera eu multiplicar
Luciana, cantiga sob o luar
Lulu querida que apareceu pra ficar
Incentivo para o sonho viver
Menina de pluma que divide com todos sua leveza de alma e sua simplicidade de olhar
Que por trás de livros da estante velha da biblioteca mostrou seu sorriso de flor e suas palavras de ouro
Gentil pessoa que ensina o significado do que chamamos partilha
Material, ideológica...
Lógica e natural sublimação
Amor pela vida e pelo seu conteúdo
Quem ainda admira o nascer e o pôr do sol?
E sabe apreciar com tanto sentimento o toque de uma flauta...
As batidas na corda de um violão?
Menina de cores vivas, como sua própria existência
Mistura das luzes azul e verde
Acrescida de um toque de vida de mulher
E de tantas qualidades e belezas
Mulher-menina de pensamento próprio
De coração especial
.
Pessoa-luz de plenitude ao falar
Luz de cor, veio ao mundo iluminar
Luz ciana, podemos a ti cantar
Ciana luz, quisera eu multiplicar
Luciana, cantiga sob o luar
Lulu querida que apareceu pra ficar
Imaginar leitores... Imaginar, leitores!

Leitores imaginários
Esses que me fazem sentir que sou lido
Sem me deixar em estado de timidez
Leitores que também lêem
Que ajudam a escrever o que é ou poderia ter sido
Que também escrevem, talvez
A verdade é que imaginam
E eu vos imagino imaginando o pensar
Uma contradição de idéias se forma
É paradoxal escrever ao que se pode criar?
Podemos criar?
Quanto egoísmo crer que a mim vocês pertencem
Que a vocês eu domino
Justo vocês, borboletas que ninguém pode prender
Nem saber como sentem o que perdem, o que vencem
Que voam o mundo e o além do que posso prever
Tal leitor, antigo e recém
Discreto explorador de mundos por um mundo de gente sonhados
Sedentos pelo voo do espaço das palavras
Há deles em todo canto
Há um inclusive em mim, doido para bater asas
Há um em mim, mas há outros onde sequer ouvi falar
O mundo e o seu além são feitos de leitores imaginários
Suaves e eufóricos
Cheios de universos a desvendar
E de arte para ver
Repletos de vida, só isso
Sim, leitores e até escritores imaginários existem
E isso é simples saber
Basta imaginar
IMAGINEMOS!
Esses que me fazem sentir que sou lido
Sem me deixar em estado de timidez
Leitores que também lêem
Que ajudam a escrever o que é ou poderia ter sido
Que também escrevem, talvez
A verdade é que imaginam
E eu vos imagino imaginando o pensar
Uma contradição de idéias se forma
É paradoxal escrever ao que se pode criar?
Podemos criar?
Quanto egoísmo crer que a mim vocês pertencem
Que a vocês eu domino
Justo vocês, borboletas que ninguém pode prender
Nem saber como sentem o que perdem, o que vencem
Que voam o mundo e o além do que posso prever
Tal leitor, antigo e recém
Discreto explorador de mundos por um mundo de gente sonhados
Sedentos pelo voo do espaço das palavras
Há deles em todo canto
Há um inclusive em mim, doido para bater asas
Há um em mim, mas há outros onde sequer ouvi falar
O mundo e o seu além são feitos de leitores imaginários
Suaves e eufóricos
Cheios de universos a desvendar
E de arte para ver
Repletos de vida, só isso
Sim, leitores e até escritores imaginários existem
E isso é simples saber
Basta imaginar
IMAGINEMOS!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Resposta

O livro? Ah, o livro...
De qualquer forma, ele não me mostrou que pode ser tão gostoso
...voar
P
A
R
A
B
A
I
X
O
Cair? Hmmm... Cair
Tal qual água da cascata que desce corajosa
Sem hora pra chegar,
Sem porto de chegada...
Tal qual paraquedista saindo do avião:
Salto de sublime aventura
Prazer de cair,
sem pressa de chegar...
Cair juntinhos. Por que não?
Por ti, cortaria minhas asas agora
Ponho-me pronto para a queda
Caiamos pela vida!
Caiamos, assim... imperativo
Podemos já?!!
O precipício infinito de nós dois espera...
De qualquer forma, ele não me mostrou que pode ser tão gostoso
...voar
P
A
R
A
B
A
I
X
O
Cair? Hmmm... Cair
Tal qual água da cascata que desce corajosa
Sem hora pra chegar,
Sem porto de chegada...
Tal qual paraquedista saindo do avião:
Salto de sublime aventura
Prazer de cair,
sem pressa de chegar...
Cair juntinhos. Por que não?
Por ti, cortaria minhas asas agora
Ponho-me pronto para a queda
Caiamos pela vida!
Caiamos, assim... imperativo
Podemos já?!!
O precipício infinito de nós dois espera...
Texto: André Medeiros
Disponível aqui: http://elefantesepassaros.blogspot.com/
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